La planta de Importaco de Vall d'Alba cierra de forma definitiva: no se reconstruirá tras el incendio de mayo
NegóciosVila Real

La planta de Importaco de Vall d'Alba cierra de forma definitiva: no se reconstruirá tras el incendio de mayo

El Periódico Mediterráneo - General3 de setembro de 2026 às 11:08

A empresa Importaco confirmou o encerramento definitivo da sua fábrica de amêndoas localizada na Vall d'Alba, que não será reconstruída após o incêndio que destruiu completamente as instalações em maio. A empresa é de origem espanhola e estava estabelecida nesta localidade.

O incêndio deflagrou no dia 12 de maio e provocou a destruição total das instalações da fábrica. A violência das chamas foi tamanha que os bombeiros não conseguiram controlar o fogo até dois dias depois do início do sinistro, prolongando a emergência durante um período significativo.

Este encerramento representa a perda de uma unidade industrial importante para a região de Vall d'Alba, deixando sem atividade uma fábrica que se dedicava ao processamento de amêndoas. A decisão de não reconstruir as instalações foi tomada pela empresa após avaliar os danos causados pelo incêndio.

Notícias relacionadas

Negócios

Bitcoin e software resistirão a setembro?

A bitcoin recuperou significativamente na segunda metade de agosto, valorizando quase 25% em apenas cinco dias, impulsionada pelo pedido de Trump ao Congresso para clarificar a regulação das criptomoedas e pelas recompras de obrigações do tesouro norte-americano, que enfraqueceram o dólar. O setor norte-americano de software também recuperou, com o ETF IGV a ganhar cerca de 16% no mês, impulsionado por resultados empresariais melhores do que o esperado, como os da Salesforce, Workday, CrowdStrike e ServiceNow, que contrariaram a tese de que a IA reduziria a procura por software tradicional. O artigo destaca a forte correlação entre a BTC e as ações de software, explicando que ambos são sensíveis aos mesmos fatores macroeconómicos, embora a BTC antecipe frequentemente a recuperação do setor. Apesar da recuperação de agosto, setembro é historicamente o pior mês para as ações nos EUA, pelo que se recomenda prudência.

Jornal Económico04/09/26, 00:08
Negócios

As duas formas de matar o turismo

Este artigo de opinião analisa os dois extremos que podem comprometer o futuro do turismo em Portugal: por um lado, discursos simplistas que ignoram os benefícios económicos e sociais do setor, responsável por cerca de 12% do PIB nacional; por outro, o crescimento descontrolado e a obsessão pelos números em detrimento da qualidade. O autor defende que a solução passa por encontrar equilíbrio entre residentes, visitantes e território, recorrendo a dados sérios, análises independentes e políticas baseadas em evidências. O verdadeiro desafio para Portugal não é receber mais turistas a qualquer custo nem travar o setor, mas criar mais valor por visitante, distribuir melhor os fluxos turísticos e garantir que os benefícios chegam às comunidades locais.

NotíciasdeAveiro.pt04/09/26, 00:07
Negócios

Escolas do Turismo de Portugal abrem candidaturas para últimas vagas com taxa de empregabilidade de 92%

As Escolas do Turismo de Portugal abriram candidaturas até 16 de setembro para as últimas vagas disponíveis, oferecendo formação no setor da hotelaria e turismo com uma taxa de empregabilidade de 92% seis meses após a conclusão do curso, segundo o Estudo de Inserção Profissional 2025. Das escolas da rede, 87% dos diplomados trabalham no setor que escolheram e 71% conseguiram emprego em menos de um mês. O programa de modernização foi financiado pelo PRR e incluiu novos laboratórios, cozinhas, anfiteatros e equipamentos digitais. Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, enfatizou que a atualização permite preparar profissionais mais qualificados para o setor. A rede escolar, certificada pela Organização Mundial do Turismo, forma anualmente mais de 2.500 alunos e garante formação contínua a mais de 35 mil profissionais.

Jornal Económico04/09/26, 00:07
Negócios

O triângulo virtuoso da defesa

Jorge Silva Carvalho argumenta que a indústria de defesa portuguesa deixou de ser um sector especializado para se tornar espaço de competição tecnológica, segurança de abastecimento e disputa pelo conhecimento. O autor destaca que Portugal tem capacidade de inovação em sistemas não tripulados, inteligência artificial, robótica e materiais avançados, mas o verdadeiro desafio está em atravessar o "vale" entre o protótipo e o produto certificado e exportável. Defende que isto exige liderança, estratégia e inteligência competitiva e de segurança, e que a janela de oportunidade aberta pela mudança geopolítica pode fechar-se rapidamente. Aponta o REPMUS como exemplo de colaboração internacional, mas alerta que falta criar uma interface permanente entre militares, engenharia e indústria, e que a contratação pública deve ser tratada como instrumento de política industrial.

Jornal Económico04/09/26, 00:07