Uma pesquisa abrangente com sessenta anos de dados revela que 90% das executivas sentem que são julgadas com mais rigor do que os homens quando assumem posições de liderança. O estudo demonstra uma transformação paradoxal nas atitudes corporativas em relação às mulheres.
Embora as atitudes gerais em relação às mulheres líderes tenham melhorado significativamente ao longo das últimas seis décadas, a distância entre a perceção de homens e mulheres sobre avaliações, promoções e oportunidades nas empresas aumentou consideravelmente.
As executivas que participaram do estudo relataram uma disparidade crescente na forma como são avaliadas comparativamente aos seus colegas homens, sugerindo que, apesar do progresso visível, ainda existem desafios significativos relacionados com o julgamento no ambiente de trabalho.
O fenómeno ilustra uma contradição no ambiente corporativo contemporâneo, onde os avanços formais coexistem com perceções subjetivas que continuam a penalizar as mulheres em posições de liderança.



