Mais de metade do investimento VC em defesa vem de fora da EuropaFoto de Bombeiros MT no Pexels
Negócios
Инвестиции

Mais de metade do investimento VC em defesa vem de fora da Europa

Eco3 de setembro de 2026 às 07:06

A unicórnio portuguesa Tekever estará a preparar-se para uma ronda de investimento de 500 milhões de euros, o que faria subir a sua avaliação dos atuais 1,2 mil milhões de euros para 5,5 mil milhões de euros. A fabricante de drones e tecnologia de inteligência artificial nacional poderá beneficiar do atual momento de crescimento do investimento de capital de risco no setor de defesa na Europa.

Desde o início do ano, as empresas europeias de tecnologia de defesa captaram 4,9 mil milhões de dólares, um valor que já ultrapassa os 2,6 mil milhões de dólares levantados durante todo o ano passado, segundo os dados referidos no artigo.

Mais de metade do investimento captado por estas empresas europeias de defesa provém de fora da Europa, indicam os dados da Atomico citados na State of European Tech Newsletter. O artigo menciona ainda que a tecnologia de defesa alemã captou 78% do financiamento europeu, embora esta frase fique incompleta devido ao paywall.

Apesar da predominância de investimento externo, o cenário poderá vir a alterar-se. Segundo o artigo, fundos de pensão e empresas primes europeus estão a começar a investir neste setor, o que poderá equilibrar a origem dos fundos nos próximos tempos.

Notícias relacionadas

Negócios

As luzes de alerta começaram a piscar no mercado mais importante do mundo. Esta é a razão

As luzes de alerta começaram a piscar no mercado mais importante do mundo. O mercado obrigacionista já estava nervoso, mas uma nova escalada da guerra e um número quase impossível de perceber estão a originar ainda mais preocupação entre os investidores, segundo uma análise publicada.

CNN Portugal03/09/26, 08:20
Diretor do banco estatal Sberbank alerta que economia russa está em hipotermia
Negócios

Diretor do banco estatal Sberbank alerta que economia russa está em hipotermia

O diretor do banco estatal russo Sberbank, Herman Gref, alertou que a economia da Rússia está em "hipotermia", com o crescimento do PIB no primeiro semestre estimado em apenas 0,6%, valor significativamente inferior ao crescimento potencial da economia russa, que o Banco Central estima entre 1,5% e 2,5%. A situação reflete um desempenho econômico abaixo das expectativas para o país.

Jornal de Negócios03/09/26, 08:02
Negócios

MOIDA K-Beauty expande para Portugal com assessoria da Oporto Accounting

A retalhista sul-coreana de K-beauty MOIDA, integrada na Silicon2 e responsável pela plataforma StyleKorean.com, abriu as suas duas primeiras lojas em Portugal — uma no Porto e outra em Lisboa, no Chiado — inserindo-se na estratégia de expansão europeia da marca, já presente no Reino Unido, França, Itália e Alemanha. A operação foi apoiada integralmente pela Oporto Accounting, empresa especializada na assessoria a investidores estrangeiros, que assegurou a constituição da sociedade e coordenou as áreas contabilística, fiscal, laboral e jurídica. O CEO da Oporto Accounting, Bruno Varajão, salientou a complexidade de coordenar especialidades distintas e alinhar procedimentos entre equipas de diferentes países para garantir conformidade legal e eficiência operacional.

Eco03/09/26, 08:00
Negócios

Fábricas inteligentes têm nas pessoas o maior desafio

As fábricas inteligentes representam um dos temas mais debatidos na indústria atual, mas a sua implementação vai muito além da tecnologia. Num episódio do podcast Work Around, Carlos Mugeiro, plant manager da Purem, e Tiago Pacheco, da Gi Group Onsite, explicaram que o verdadeiro desafio está nas pessoas. A receita passa pela conectividade em tempo real entre máquinas, sistemas e pessoas, com impacto na qualidade, manutenção e produtividade. No entanto, ambos alertam que o maior erro é acreditar que esta transição é apenas tecnológica. A literacia digital, a interação com máquinas e a compreensão de dashboards são competências cada vez mais essenciais, mas a escassez de perfis técnicos e a necessidade de formar supervisores e líderes representam obstáculos significativos. A Purem respondeu reformulando o seu centro de formação e valorizando o conhecimento dos trabalhadores mais antigos, dando-lhes ferramentas para superar o receio das novas tecnologias.

Eco03/09/26, 08:00