O Real Madrid realizou este verão quatro contratações com pagamento de transferência, pelas quais abonou 225 milhões de euros fixos, valor que pode aumentar com diferentes variáveis. Os jogadores contratados foram Diomande por 125 milhões, Cucurella por 55 milhões, Espí por 25 milhões e Dumfries por 20 milhões.
Quase toda essa despesa, cerca de 210 milhões de euros, foi financiada através da venda de jogadores da sua academia (canteranos) com os quais o clube não conta a médio prazo. Esta estratégia permitiu ao Real Madrid fazer um investimento significativo no mercado sem comprometer gravemente as suas finanças.
O Barcelona, por sua vez, está a começar a explorar este modelo de negócio, que consiste em utilizar os jogadores formados internamente como moeda de troca ou fonte de receita para financiar contratações de maior custo. Este enfoque representa uma mudança na forma como tradicionalmente os dois grandes clubes espanhóis operavam no mercado de transferências.




