Joana Amaral Dias comentou a moção de censura em curso, afirmando que «saiu o Natal a André Ventura», referindo-se ao aproveitamento político que o líder do Chega está a fazer da atual crise governativa e da falta de respostas do executivo.
A comentadora política criticou a postura do primeiro-ministro Luís Montenegro em matéria de ética e transparência, sugerindo que o líder do PSD não tem demonstrado a postura adequada nestes assuntos.
No contexto da moção de censura, os partidos políticos serão confrontados com a necessidade de explicar as suas posições, nomeadamente porque é que criticam Luís Neves mas não censuram o executivo liderado por Montenegro.
André Ventura, enquanto líder do Chega, aparece descrito como alguém que capitaliza politicamente a situação de instabilidade governativa, aproveitando as circunstâncias para reforçar a sua posição.




