O Chega, liderado por André Ventura, confirmou a apresentação de uma moção de censura ao governo. Esta é a segunda moção de censura apresentada pelo partido desde fevereiro de 2025. Ventura considerou que a linguagem utilizada pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, representa "um perigo para a democracia", justificando assim a medida extrema contra o executivo.
A primeira moção de censura tinha sido apresentada em fevereiro de 2025, tendo como fundamento o escândalo envolvendo a empresa do primeiro-ministro. Agora, as polémicas surrounding o ministro da Administração Interna motivaram esta nova iniciativa política por parte do Chega.
Durante a apresentação da moção, Ventura não hesitou em apelidar Luís Neves de "gangster", numa referência às controvérsias que têm marcado o mandato do ministro. Esta linguagem forte reflete a posição confrontacional do Chega em relação à atuação do membro do governo.
A moção de censura representa um instrumento constitucional que permite à oposição demonstrar a sua discordância com a orientação política do executivo. Cabe agora à Assembleia da República debater e votar esta iniciativa do Chega contra o governo.



