A Administração Geral Tributária (AGT) angolana remeteu, este ano, às autoridades judiciais 35 processos de fraude fiscal aduaneira, segundo avançou Noémia Ido, chefe de departamento de Investigação da Direção de Serviços Antifraude do fisco angolano.
Noémia Ido fez estas declarações à imprensa à margem do arranque de uma formação sobre "Fraude Fiscal, Branqueamento e Corrupção: Quem, Onde e Como?", iniciativa da AGT em cooperação com a Procuradoria-Geral da República de Angola.
A responsável realçou que os crimes tributários não são isolados e estão geralmente ligados a outros crimes, essencialmente o branqueamento de capitais.




