O Ministério Público acusou um jovem de Guimarães de ter cometido um total de 81 crimes, incluindo 76 crimes de pornografia infantil, quatro crimes de coação e um crime de incitamento ao ódio. O jovem atuava em fóruns e plataformas online, onde praticava estas atividades ilícitas.
De acordo com a acusação, o rapaz acreditava ser um ser superior e manifestava a intenção de criar uma religião. Esta convicção fazia parte do padrão de comportamento que levou às acusações por parte das autoridades.
O jovem foi identificado e investigado pelas autoridades competentes, que reuniram provas suficientes para fundamentar a acusação formal. O Ministério Público seguiu com o processo judicial contra o arguido.
O caso destaca a crescente preocupação com atividades criminosas online que envolvem menores e a disseminação de conteúdo ilegal em plataformas digitais.



