Um ano após o acidente do elevador da Glória, que provocou 16 mortos e 24 feridos, tanto a investigação às causas da tragédia como a grande parte dos processos indemnizatórios continuam por resolver. O ascensor histórico descarrilou em 3 de março de 2024, tendo resultado na morte de 16 pessoas e ferimento de outras 24.
As indemnizações devidas às vítimas e suas famílias permanecem em grande parte por definir, num processo que se arrasta sem conclusões definitivas. Simultaneamente, as autoridades ainda não conseguiram determinar com clareza as causas que levaram ao descarrilamento do elevador.
A oposição na Câmara de Lisboa tem convergido nas críticas à atuação do presidente da autarquia, Carlos Moedas, questionando a forma como o município geriu a situação após a tragédia. As críticas centram-se principalmente na resposta institucional e na transparência do processo.
O elevador da Glória é um dos ascensores históricos da cidade de Lisboa, classificado como património municipal, e o acidente constituiu uma das piores tragédias urbanas alguma vez registadas na capital portuguesa.




