A Madeira está a afirmar-se como um polo emergente no desenvolvimento e aplicação da Inteligência Artificial, com iniciativas a surgirem no sector público, nas escolas e nas empresas. Esta tendência verifica-se num momento em que a IA assume uma presença cada vez mais relevante na economia e na investigação a nível global.
A avaliação foi partilhada por Eduardo Fermé, professor da Universidade da Madeira e presidente da 25.ª Conferência Portuguesa de Inteligência Artificial, que decorre até sexta-feira no Funchal. O evento reúne especialistas e investigadores na área, contribuindo para o debate e promoção desta tecnologia na região.
Segundo o docente, existe já uma Estratégia Regional de Inteligência Artificial, o que demonstra o compromisso institucional da região na promoção e integração desta tecnologia em diferentes sectores de atividade.



