As pessoas com deficiência têm o direito constitucional de votar, mas continuam a enfrentar diversas barreiras no exercício deste direito. Uma das principais dificuldades são os locais de votação que não são acessíveis, dificultando ou impedindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou outras deficiências físicas aos recintos eleitorais.
Além dos problemas de acessibilidade física, a informação eleitoral também não é disponibilizada em formatos adaptados para pessoas com deficiência. Isso significa que pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual podem não ter acesso adequado às informações necessárias para exercer o seu direito de voto de forma informada.
O artigo destaca ainda que as soluções para garantir o voto das pessoas com deficiência variam conforme o tipo de eleição. Esta inconsistência na abordagem significa que os apoios disponíveis podem ser diferentes entre eleições europeias, legislativas, presidenciais ou autárquicas, criando confusão e incerteza para os eleitores com deficiência.




