Doentes triados com pulseira amarela no Hospital Fernando Fonseca, na Amadora, estão a aguardar mais de 12 horas para uma primeira observação médica. Esta situação refere-se a casos urgentes que, apesar de não serem considerados emergentes, requerem atenção médica num curto espaço de tempo.
A Ministra da Saúde admitiu publicamente que o hospital enfrenta uma elevada carência de médicos e enfermeiros, o que contribui para os longos tempos de espera. Esta falta de profissionais de saúde tem vindo a sobrecarregar o serviço de urgência.
O Hospital Fernando Fonseca, que serve uma população significativa da área metropolitana de Lisboa, tem sido frequentemente apontado como um dos hospitais com maior pressão assistencial. A situação agrava-se especialmente em períodos de maior procura, como nos meses de inverno.
As autoridades de saúde reconhecem a gravidade da situação e apontam a falta de recursos humanos como a principal causa das longas esperas. Não foram anunciadas medidas imediatas para resolver o problema no artigo.




