Shannon Gurr acusa a polícia de ter contribuído para a morte do filho após os agentes adotarem um comportamento que ela considera "excessivo" e desnecessário. O estudante, que era autista e tinha um problema cardíaco, entrou em pânico e fugiu de casa depois que policiais bateram à porta. Ele foi encontrado morto cerca de uma hora depois. A suspeita é de que tenha sofrido uma parada cardíaca ou um infarto.
Shannon Gurr fez as acusações após ter acesso às imagens das câmeras corporais dos policiais, registradas durante o incidente em 21 de junho. Segundo ela, a polícia tinha conhecimento dos problemas de saúde do filho, pois uma ficha médica havia sido registrada em nome dele após um acidente de trânsito ocorrido meses antes, quando foi diagnosticado com um problema cardíaco.




