O artigo de Jorge Nunes analisa se os mercados asiáticos valem o investimento para produtores de vinho portugueses. O autor, que vive na Ásia há 14 anos representando a família Symington,Divide o continente em quatro regiões (Nordeste Asiático, China, Sudeste Asiático e Índia) e argumenta que a Ásia não é um "El Dorado", mas sim um mercado exigente, fragmentado e que requer paciência extrema. Sublinha que, enquanto na viticultura se aceitam sete anos até à primeira vindima, na área comercial os produtores desistem após um a dois anos — o que é insuficiente para a Ásia. Defende que quem tiver visão, paciência e consistência pode encontrar verdadeiro crescimento nesta região onde vive mais de metade da população mundial, mas adverte que sem investimento em recursos humanos e presença física, é melhor não tentar.
NotíciasdeAveiro.pt02/09/26, 00:07