Em menos de dez anos haverá robôs com forma humana a trabalhar em hotéis, bares, hospitais e até em casas particulares. A previsão é de Luís Paulo Reis, investigador da Universidade do Porto, que considera que a tecnologia poderá estar pronta numa janela de três anos.
Luís Paulo Reis acredita que esta revolução tecnológica vai ser muito mais rápida do que as pessoas pensam. Os robôs humanoides poderão desempenhar diversas funções em vários setores de atividade.
A China lidera o investimento nesta área, mas não está sozinha. Outros países também estão a investir significativamente no desenvolvimento desta tecnologia.
O artigo aborda assim a perspetiva de um especialista português sobre o futuro próximo dos robôs humanoides e a corrida tecnológica global nesta área.




