Um ano após o acidente com o Elevador da Glória, a Carris ainda não abriu nenhum processo de inquérito nem disciplinar. A empresa admite vir a fazê-lo, mas poderá já ser tarde demais.
As infrações disciplinares que não sejam crime, mesmo que venham a ser apuradas futuramente, prescrevem ao fim de um ano, segundo o que a própria empresa ainda admite.




