Às vésperas da entrada em vigor da suspensão de importação de produtos de origem animal brasileiros pela União Europeia, o Poder Executivo do bloco disse que confia que o problema será resolvido "o quanto antes". A proibição começou nesta quinta-feira (3), sob a justificativa de que o Brasil não teria dado garantias suficientes de que seus produtos atendem às normas europeias que restringem o uso inadequado de antibióticos na pecuária.
A medida afeta carne bovina e de aves, ovos e mel. A Comissão Europeia não deu previsão de retomada das compras, apesar da sinalização positiva dada nesta terça-feira pelas porta-vozes Eva Hrncirova e Paula Pinho. As representantes destacaram que a União Europeia possui padrões rigorosos de segurança alimentar e espera que seus parceiros de exportação sigam as mesmas regras.
Na declaração, as porta-vozes enfatizaram que a Europa possui a melhor qualidade de alimentos do mundo, com checagens muito estritas, e que esperam o mesmo nível de conformidade dos países que exportam para o bloco. Apesar disso,她们 expressaram confiança no Brasil e no seu engajamento para resolver a questão e aderir às exigências europeias.




