Este artigo questiona quando é que passou a parecer estranho haver feministas no PSD, partido político português de centro-direita. O título "Eu sou feminista" sugere o início de uma reflexão ou declaração pessoal sobre a identidade feminista dentro do partido.
O artigo aborda a aparente contradição que alguns parecem ver entre ser feminista e estar filiado no PSD. A questão colocada indica que, historicamente, o feminismo pode ter sido associado a partidos de esquerda, criando uma perceção de que esta posição política seria incompatível com um partido centrista ou de direita.
Sem acesso ao corpo completo do artigo, não é possível identificar quem escreveu o texto nem o contexto específico da publicação. A interrogação no subtítulo implica que o autor considera que essa estranheza não deveria existir, defendendo que o feminismo é compatível com diferentes correntes políticas.



![“Apesar de poucas vezes ter visto uma campanha tão agressiva contra um ministro, acho que o tom [de Luís Neves] e o lugar foram errados”](https://www.portugal-news.today/api/images/990e4acab1fc8df8eb584b3cd62b9736d653c8a21dd48d30c74b7ed72dd02b12.webp)