Gabriel Mendes Bernartt, de 24 anos, teve a prisão preventiva decretada após uma investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre crimes praticados nas redes sociais. O MPRJ aponta que ele utilizava grupos de WhatsApp e outras plataformas para realizar ataques racistas e xenofóbicos, hostilizar mulheres e incitar a violência de gênero.
A investigação teve início após uma estudante denunciar ofensas racistas recebidas em um grupo de WhatsApp ligado à comunidade acadêmica de uma universidade federal em Volta Redonda. Com o avanço das apurações e a quebra do sigilo de dados, os investigadores identificaram que não se tratava de um episódio isolado, encontrando outras mensagens com ataques racistas e manifestações de ódio atribuídas a Gabriel.
Entre o material analisado, havia uma mensagem em que o denunciado afirmava que estuprar determinada pessoa seria um "dever". Os investigadores também encontraram imagens de animais mortos e mutilados.




