O PSI fechou a subir +0,44% para 9.478,42 pontos, conseguindo ser a exceção numa Europa em terreno negativo. Em Lisboa, as ações da Galp subiram +1,03% para 21,62 euros, a Altri liderou ao avançar +1,28% para 4,750 euros, a Mota-Engil valorizou +1,14% para 4,804 euros, a Teixeira Duarte avançou +1,16% para 0,4810 euros, a Sonae subiu +1,00% para 2,0250 euros e a EDP Renováveis avançou +0,81% para 13,77 euros. Pela negativa, a Semapa tombou -2,12% para 20,75 euros e a NOS perdeu -1,07% para 4,976 euros.
A queda generalizada nas bolsas europeias deveu-se ao reacendimento de tensões no Médio Oriente, que fez subir os preços do petróleo e aumentou a probabilidade de subida de taxas de juro tanto da Fed como do BCE já em setembro. Segundo os analistas da MTrader, as yields de dívida soberana estão a atingir o nível mais elevado desde 2008. Houve algum alívio após a revelação de que a atividade industrial nos EUA desacelerou mais que o previsto e que a abertura de vagas de emprego foi inferior à esperada em julho. O Stoxx 600 perdeu -0,56%, o EuroStoxx 50 caiu -0,80% para 6.386,98 pontos, o DAX tombou -1,1%, o FTSE MIB desceu -1,33% e o IBEX 35 perdeu -0,75%.
Várias explosões foram ouvidas esta terça-feira no sul do Irão, perto do Estreito de Ormuz, pouco depois de os EUA terem anunciado novos ataques aéreos contra alvos iranianos. O Exército norte-americano anunciou que realizou ataques contra alvos da Guarda Revolucionária do Irão. O petróleo disparou em resultado destas tensões, com o Brent a avançar +3,68% para 93,82 dólares o barril e o crude WTI a disparar +4,34% para 89,48 dólares.
A dívida pública está em rota ascendente. Os juros da dívida alemã a 10 anos subiram 1,96 pontos para 3,34%, Portugal viu os juros subirem +1,07 pontos base para 3,68%, Itália +2,1 pontos base para 4,17% e Espanha +1,97 pontos base para 3,79%. Já a dívida a 10 anos dos EUA sobe +3,01 pontos base para 4,79%.




