Roberta Ghiotto, uma mulher com perturbação de hiperatividade e défice de atenção (PHDA), foi despedida de um hotel de cinco estrelas após ter sido colocada a trabalhar num armário sem janela. O tribunal do trabalho considerou que a entidade empregadora agiu de forma discriminatória e que a preparou para falhar. A decisão judicial condenou o hotel a pagar-lhe uma indemnização superior a 230 mil euros. O caso aconteceu em Itália e chamou a atenção para as práticas laborais inadequadas dirigidas a trabalhadores com necessidades especiais. A sentença reconheceu que a colocação de Ghiotto naquele espaço e as condições de trabalho impostas constituíram uma forma de assédio discriminatório. Este julgamento pode servir de precedente para casos semelhantes de discriminação no local de trabalho contra pessoas com perturbações do neurodesenvolvimento.
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Trabalhava num hotel de cinco estrelas, foi colocada num armário sem janela e acabou despedida: vai receber mais de 230 mil euros
SAPO Notícias1 de setembro de 2026 às 16:38
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