Ministro de "consciência totalmente tranquila" quanto a processo sobre exames
Política
Инвестиции

Ministro de "consciência totalmente tranquila" quanto a processo sobre exames

SIC Notícias1 de setembro de 2026 às 17:11

O ministro Fernando Alexandre afirmou ter uma "consciência totalmente tranquila" em relação a um processo relativo a exames. A posição da Fenprof sobre a questão da classificação foi apresentada durante o confronto.

A federação sindical denunciou situações anómalas que terão obrigado professores a corrigir respostas incompletas e folhas em falta nos exames.

Fernando Alexandre respondeu que "todos os anos há ocorrências deste tipo", minimizando a situação e sugerindo que se trata de algo habitual no contexto dos exames.

Notícias relacionadas

Política

Carney não negocia sob provocações de Washington

O primeiro-Ministro canadiano Mark Carney endureceu o discurso face aos Estados Unidos após a vitória liberal nas eleições parciais. Carney criticou as provocações de Washington, incluindo os comentários de Trump sobre os militares canadianos e a renomeação do lago Ontário, afirmando que o Canadá não negocia sob pressão.

Observador01/09/26, 18:06
Política

Sindicato da PSP pede reunião urgente com Miranda Sarmento

O Sindicato da PSP e o Sinapol pediram reuniões urgentes ao ministro das Finanças, Miranda Sarmento, enquanto a ASPP/PSP anunciou que decidirá em 10 de setembro novas formas de luta. As negociações entre os sindicatos da PSP e o governo estão paradas desde julho, sinalizando um agravamento do conflito laboral no setor policial.

Observador01/09/26, 18:05
Política

PS e PCP exigem medidas face a aumentos dos combustíveis nos Açores

O PS/Açores e o PCP exigem medidas do Governo Regional para proteger as famílias e as empresas face ao aumento dos combustíveis, verificado a partir de hoje.

Açoriano Oriental01/09/26, 18:03
Política

PORTUGAL DAS AMÉLIAS: RASPA-SE A ESPERANÇA ENQUANTO O PODER RASPA O FUTURO

Este editorial analisa a situação socioeconómica de Portugal utilizando a metáfora da raspadinha e do Euromilhões. O artigo parte da história de Amélia, uma vencedora de 51 milhões de euros no Euromilhões que continua a viver modestamente, para refletir sobre uma sociedade onde muitos cidadãos veem o jogo como uma das poucas hipóteses de melhorar de vida. O autor critica a carga fiscal, o custo de habitação, a burocracia estatal e a falta de competência na administração pública, especialmente no interior do país. Defende que Portugal precisa de competência política e administrativa, não de sorte, e que o país deve deixar de viver à espera de milagres para começar a investir em políticas sérias que sirvam os cidadãos, respeitem o dinheiro público e criem condições para que os jovens permaneçam.

oRegiões01/09/26, 17:57