A Federação Nacional de Professores (Fenprof) denunciou que ainda persistem 2.650 horários em oferta nas escolas que não foram preenchidos, correspondendo a mais de 50 mil horas lectivas. A situação surge a poucos dias do início do ano lectivo.
A Fenprof tem vindo a alertar para esta problemática, considerando que o número de horários por preencher é significativamente elevado e representa uma falha na organização do sistema educativo.
O sindicato sublinha que esta situação causa impacto tanto para os alunos, que podem ficar sem professores, como para os docentes que pretendem ingressar na profissão.
O início do ano lectivo aproxima-se sem que esteja assegurada a cobertura de todas as necessidades de pessoal docente nas escolas.




