Um bombardeio ordenado pelo governo do presidente Abelardo de la Espriella matou 20 guerrilheiros de uma dissidência das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na região amazônica do país. A operação militar foi realizada contra integrantes do Estado-Maior Central (EMC), grupo formado por dissidentes que rejeitaram o acordo de paz firmado entre a guerrilha e o governo em 2016.
O ataque é considerado o mais letal desse tipo em anos, segundo informações divulgadas por Bogotá. A operação teve como alvo o grupo comandado por Iván Mordisco, rebelde considerado o mais procurado do país. Um militar ouvido pela imprensa colombiana afirmou que este foi o terceiro bombardeio do novo governo contra guerrilheiros e o maior desde o governo de Juan Manuel Santos, que durou de 2010 a 2018.
A ação faz parte da política de linha-dura contra grupos criminosos promovida pelo governo Espriella. As autoridades colombianas ainda não divulgaram mais detalhes sobre a operação nem informaram se houve baixas civis ou militares no ataque.




