A Justiça do Trabalho determinou o bloqueio de mais de R$ 61,8 mil em planos de previdência privada de Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo partido Missão, além de mais 17 pessoas e empresas rés em um processo. A decisão foi tomada pelo juiz Ordenisio Cesar dos Santos, da 2ª Vara do Trabalho de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte.
O processo foi iniciado por um pintor que acionou a Justiça do Trabalho alegando ter sido demitido em 2014 de uma empresa supostamente ligada ao candidato. O trabalhador afirma que não recebeu corretamente as verbas rescisórias devidas pela demissão.
Além das verbas rescisórias, o pintor também cobra judicialmente diferenças salariais, horas extras, adicional de insalubridade, depósitos do FGTS e outras verbas trabalhistas. As informações foram confirmadas pelo portal g1.
No despacho, o magistrate ordenou que uma seguradora informe, em até dez dias, se os réus do processo possuem planos de previdência privada. Caso haja recursos disponíveis, eles deverão ser bloqueados até o limite necessário para garantir o pagamento das dívidas trabalhistas.




