A segunda fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior conta com cerca de 11.112 vagas disponíveis, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação. Este número resulta da junção das 6.639 vagas que tinham ficado por preencher na primeira fase com as 4.512 vagas libertadas por alunos que, embora colocados, não se matricularam, acrescidas de duas vagas libertadas em reclamações.
Dos quase 50 mil alunos que tinham sido colocados na primeira fase, 4.512 não efetuaram matrícula, o que libertou lugares para a segunda fase. O artigo destaca que cursos muito procurados, como Medicina, passaram a ter vagas disponíveis: na Universidade de Coimbra, das 291 vagas abertas, cinco colocados não se matricularam; na Universidade Nova de Lisboa, dos 232 colocados, dois não se matricularam e uma vaga foi consumida em reclamações. No Direito da Universidade de Lisboa, dos 447 colocados, 57 não se matricularam.
Podem concorrer à segunda fase os candidatos que não tenham sido colocados na primeira fase, os colocados que pretendam concorrer novamente, os que não fizeram matrícula e inscrição, estudantes que não se apresentaram à primeira fase embora reunissem condições, e ainda os que só reuniram condições após o fim do prazo da primeira fase.
As candidaturas decorrem até 20 de setembro e, até ao momento, já se candidataram cerca de 2.302 pessoas, menos 17,9% do que no ano anterior. Os resultados da segunda fase serão divulgados no dia 30 de setembro. De acordo com os cálculos do ECO, o curso com mais vagas disponíveis é Engenharia Informática no Instituto Politécnico de Bragança, com 74 lugares.




