O Ministério Público Eleitoral paulista decidiu extinguir o procedimento que mirava o governador e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos), por não constatrar suposto desvio na conduta de viaturas policiais em relação ao automóvel que servia à equipe de Fernando Haddad (PT). A chapa do candidato do PT havia acionado a Justiça buscando apurar se a movimentação da tropa configurava uso indevido da máquina pública e excesso funcional.
Apesar de livrar Tarcísio de sanções eleitorais, o parecer assinado pelo procurador regional eleitoral Paulo Taubemblatt indica ser "inverossímil" a tese de "mera coincidência no patrulhamento ordinário". Segundo a manifestação do órgão, não é possível supor que duas equipes de Força Tática tenham realizado seguidos contatos com o veículo que servia à equipe de Haddad sem que houvesse algum tipo de direcionamento.
Renan Santos afirmou que entrará com mandado de segurança para reverter decisão do ministro Toffoli que suspendeu a campanha de Tarcísio. As estratégias de campanha também são mencionadas, com Lula focando em legado e Flávio Dino em segurança para atrair eleitores nos quatro estados com maior número de indecisos.




