A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorização para reintegrar à sua equipe dois ex-assessores que foram investigados no caso da fraude em cartões de vacinação contra a Covid-19. Os advogados querem que Sérgio Rocha Cordeiro e Max Guilherme Machado de Moura voltem a integrar a relação de servidores que exercem atividades de rotina na residência do ex-presidente.
Os dois trabalharam como assessores de Bolsonaro durante seu mandato na Presidência da República e permaneceram na equipe destinada a prestar apoio ao ex-presidente depois que ele deixou o Palácio do Planalto. Eles foram afastados, no entanto, depois de passarem à condição de investigados no inquérito que apurou a inserção de dados falsos de vacinação.
No pedido apresentado a Moraes, a defesa argumenta que a situação jurídica dos dois mudou porque, em junho deste ano, o Ministério Público Federal pediu o arquivamento do caso. Com isso, os advogados sustentam que não há mais razão para a manutenção do afastamento dos两名 auxiliares.




