Os utentes manifestam preocupação com a possibilidade de a suspensão da Interrupção Voluntária de Gravidez no Hospital Garcia de Orta, em Almada, se tornar definitiva. As comissões de utentes deixaram um alerta sobre esta situação, expressando o medo de que a interrupção do serviço não seja temporária.
As comissões de utentes sublinharam que rejeitam veementemente o que consideram ser uma privatização da IVG. Defendem que este tipo de procedimento deve permanecer acessível no sistema público de saúde.
Os utentes comprometeram-se ainda a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para conseguir a reintegração da IVG no Serviço Nacional de Saúde, garantindo assim o acesso das mulheres a este serviço através do SNS.




