Vinhos do Alentejo com novas regras: conheça as medidas que vão mudar a produção na regiãoFoto de Magali Guimarães no Pexels
Negócios
Транспорт
Инвестиции
Portalegre

Vinhos do Alentejo com novas regras: conheça as medidas que vão mudar a produção na região

Alentrium31 de agosto de 2026 às 22:27

O Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) publicou em Diário da República, a 31 de agosto, as novas regras para os vinhos com Denominação de Origem «Alentejo» e Indicação Geográfica «Alentejano», na sequência de deliberações do Conselho Geral da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana.

Entre as principais alterações está a criação de critérios específicos para as designações «Vinhas Velhas» e «Vinhas Velhas Centenárias». Para «Vinhas Velhas», pelo menos 75% das videiras têm de ter 35 ou mais anos. Para «Vinhas Velhas Centenárias», o ano de plantação terá de ser igual ou anterior a 1931. Os rendimentos máximos ficam estabelecidos em 5.000 quilos por hectare para a DO «Alentejo» e 7.500 quilos por hectare para a IG «Alentejano».

A sub-região de Portalegre deixa de ter a limitação dos 700 metros de altitude, eliminando-se esta barreira da delimitação produtiva. O Vinho de Talha passa também a poder ser utilizado na IG «Alentejano», além da DO «Alentejo», mediante o cumprimento de condições específicas, como a fermentação em talhas tradicionais alentejanas e a permanência do vinho nas mesmas até pelo menos 11 de novembro do ano da vindima. É ainda proibida a edulceração, práticas de aumento do teor de açúcares ou álcool e a utilização de madeira durante a elaboração.

Notícias relacionadas

Negócios

Casas Bahia realiza novo leilão de eletrodomésticos e eletrônicos com até 85% de desconto. Veja como participar

Casas Bahia está realizando um novo leilão online de eletrodomésticos e eletrônicos com descontos de até 85% abaixo dos preços de mercado. O certame conta com mais de 230 lotes, incluindo TVs, notebooks, smartphones, refrigeradores, lavadoras, tablets e fogões. Os lances podem ser registrados até as 11h do dia 9 de setembro na plataforma Kwara. Os itens estão localizados em Duque de Caxias (RJ) e a participação está aberta tanto para consumidores finais quanto para comerciantes e revendedores. A Casas Bahia destaca que os leilões permitem reaproveitar produtos que ainda possuem valor, ampliando seu ciclo de uso e oferecendo oportunidades de compra com preços mais acessíveis.

oglobo01/09/26, 03:02
Negócios

Evelyn Bastos apresenta nova fase do Instituto Morro da Mangueira com circuito de turismo comunitário

O Instituto Morro da Mangueira, presidido por Evelyn Bastos, lançou uma nova fase de atuação no território com a apresentação de um circuito histórico de turismo comunitário integrado ao projeto MangaTur. O percurso, que começou no alto do morro e terminou na sede da instituição no Buraco Quente, na Zona Norte do Rio, vai identificar por meio de azulejos com QR codes locais ligados a mestres e mestras que construíram a história da Mangueira. A programação também incluiu uma experiência gastronômica com receitas à base de manga, fruta que dá nome ao morro.

extra01/09/26, 02:31
Negócios

Governo prevê R$ 97,9 bilhões para bancar programas de crédito subsidiados em 2027

O governo federal prevê R$ 97,9 bilhões em despesas financeiras para programas de crédito com juros subsidiados em 2027, valor significativamente superior aos R$ 45,5 bilhões executados até julho de 2024 e aos R$ 36,7 bilhões utilizados em 2025. O custo estimado dos subsídios ao longo dos contratos de empréstimo é de R$ 20,5 bilhões, sendo R$ 3,4 bilhões apenas para o ano de 2027. Os recursos são aportados pelo governo em fundos e utilizados como fonte de financiamento para seis programas de crédito com juros mais baixos, conforme detalhado no projeto de lei orçamentária anual (PLOA).

oglobo01/09/26, 02:26
Negócios

Altas problemáticas: um problema essencialmente social

O artigo aborda o problema das altas hospitalares problemáticas, considerando-o um problema essencialmente social e não apenas médico. Defende que, embora uma pequena parte dos utentes seja deixada de propósito no hospital, a maioria esmagadora não tem qualquer apoio, frequentemente nem família. O autor argumenta que existe falta de vontade política para resolver esta questão ao longo dos anos.

dnoticias.pt01/09/26, 02:00