A inflação subiu para 2,9% em termos homólogos, segundo os dados mais recentes. Os preços dispararam 10,5%, refletindo um agravamento significativo do custo de vida.
O fim das reduções fiscais sobre os combustíveis foi identificado como um dos fatores que contribuíram para esta subida. Esta medida teve impacto direto nos preços ao consumidor.
O conflito no Médio Oriente também continuou a exercer pressão sobre os preços durante este período. Ainstabilidade na região afetou os mercados energéticos.
Em agosto, a combinação destes fatores sustentou os preços em níveis elevados, alimentando a tendência inflacionista observada.



