O jornalista americano Austin Tice foi sequestrado na Síria em maio de 2012, aos 31 anos, enquanto documentava os horrores da repressão brutal do regime de Bashar al-Assad. Ele trabalhava como freelancer para o jornal The Washington Post e para a companhia de mídia McClatchy, e viajava por áreas controladas por rebeldes sírios. As últimas imagens dele mostram Austin vendado em uma área deserta, e desde então não houve confirmação sobre seu paradeiro.
Já se passaram 14 anos desde o sequestro, e a mãe dele, Debra Tice, mantém a certeza de que seu filho ainda está vivo. Ela afirma que nunca teve o momento que outras mães tiveram quando souberam que seus entes queridos não voltariam para casa, e que tem uma ligação muito forte com Deus que a faz acreditar que ainda vai vê-lo.
Debra disse que Austin desapareceu antes do surgimento de vídeos aterrorizantes de grupos terroristas, e que não há motivos para acreditar que ele não esteja vivo atualmente. Ela garante que sempre manteve a esperança ao longo desses 14 anos de ausência.




