As dormidas no setor do alojamento turístico em Portugal aumentaram 1,5% para 46,5 milhões até julho, com os proveitos totais a subirem 5,3% para 4.073,2 milhões de euros, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. No mês de julho isoladamente, o setor registou 3,4 milhões de hóspedes e 9,6 milhões de dormidas, com proveitos totais de 923,7 milhões de euros.
O Alentejo destacou-se como a região com maiores crescimentos, registando um aumento de 19,8% nos proveitos totais e 19,7% nos proveitos de aposento, seguido da Península de Setúbal com 10,9%. Todas as regiões apresentaram aumentos nos proveitos, com exceção da Grande Lisboa, onde os proveitos totais desceram 2,0%. O Algarve concentrou 35,0% dos proveitos totais, seguindo-se a Grande Lisboa com 21,2% e o Norte com 14,1%.
Os principais mercados emissores foram o Reino Unido, com uma quota de 18,4% e crescimento de 3,0%, a Espanha com 10,8% e o mercado alemão com 9,3%. O mercado norte-americano registou uma diminuição de 3,1% nas dormidas em julho, a segunda quebra desde a pandemia, após os crescimentos de 2,9% e 6,1% observados em junho e maio, respetivamente.
Em julho, o rendimento médio por quarto disponível fixou-se em 104,3 euros e o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 154,9 euros. A estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico foi de 2,83 noites, o primeiro aumento após três quebras mensais consecutivas.




