Um mês após a entrada massiva de migrantes em Ceuta, o Governo espanhol ainda investiga o que aconteceu e as suas causas, mas exime o Marocos de qualquer responsabilidade pela crise. O primeiro-ministro Pedro Sánchez considerou que o país vizinho não tem culpa pelo que ocorreu.
Na segunda-feira, em entrevista à Cadena Ser, Sánchez afirmou que "há argumentos suficientes para que o Rei visite Ceuta e Melilla". O presidente do Governo espanhol não especificou datas, dizendo que se espera que "se deem as condições para isso", mas assegurou que a visita do chefe do Estado "vai acontecer".
Sánchez reiterou que "se dão as condições e as razões para que o chefe do Estado visite Ceuta e Melilla", mostrando-se convencido da necessidade desta deslocação real às cidades espanholas no norte de África.




