Grupo InPost aumenta receitas em 24% no primeiro semestre impulsionado pelos mercados internacionaisFoto de Altamart no Pexels
Negócios

Grupo InPost aumenta receitas em 24% no primeiro semestre impulsionado pelos mercados internacionais

Jornal Económico31 de agosto de 2026 às 11:17

O Grupo InPost, empresa do setor da logística e do comércio eletrónico, registou um crescimento das receitas de 24% no primeiro semestre de 2026, atingindo os 1,8 mil milhões de euros, enquanto o lucro EBITDA ajustado cresceu 0,3% para 457,5 milhões de euros. Foram processadas 740 milhões de encomendas, mais 23% face ao período homólogo. O CEO Rafał Brzoska salientou que o crescimento continua a ser impulsionado pelos mercados internacionais, que já representam 54% das receitas do grupo, face aos 46% da Polónia.

No segundo trimestre, a Zona Euro destacou-se com um crescimento homólogo de 30% no volume de encomendas e de quase 40% no EBITDA ajustado, impulsionado pelo segmento B2C e pela maior adoção dos cacifos automáticos. A região processou 101 milhões de encomendas no trimestre e 195,2 milhões no primeiro semestre. As receitas da Zona Euro atingiram os 287,1 milhões de euros no segundo trimestre, mais 37,9%, e o EBITDA ajustado cresceu 39,8% no trimestre.

A rede da InPost na Zona Euro alcançou os 23.385 cacifos no final do segundo trimestre, um crescimento de 52% face ao ano anterior, e um total de 45.771 pontos out-of-home. Na Península Ibérica, o crescimento ocorre em paralelo com a expansão da rede após a integração da Sending. Na Polónia, o mercado de origem do grupo, verificou-se um crescimento de 9% nas encomendas, para 198 milhões, com receitas de 448,9 milhões de euros no trimestre.

A empresa prevê continuar a ganhar quota de mercado na Europa durante 2026, mantendo a previsão de crescimento do volume do grupo na faixa dos dois dígitos médios. As despesas de investimento deverão atingir aproximadamente 2.100 milhões de zlotys polacos, com cerca de 60% destinados à produção e instalação de novos cacifos.

Notícias relacionadas

Negócios

Orlando sob pressão: presença do ICE atinge negócios e preocupa empresários da região

A intensificação das operações do ICE na região de Orlando, na Flórida Central, está gerando impactos econômicos significativos nos pequenos negócios locais. Empresários relatam preocupação com a redução de trabalhadores imigrantes, o medo nas comunidades e os possíveis efeitos em cadeia sobre a economia local. Um restaurante venezuelano na área turística já foi alvo de operação que deixou o estabelecimento sem parte de sua equipe. Setores como gastronomia, serviços e construção, que dependem fortemente de mão de obra imigrante, são os mais afetados. Organizações alertam que o medo dos trabalhadores pode reduzir o consumo local e afastar profissionais de determinados empregos. Em Orlando, onde o turismo é fundamental, a questão migratória já não é apenas um debate político, mas uma realidade que afeta diretamente o caixa das empresas e a disponibilidade de funcionários.

Nossa Gente31/08/26, 12:19
Negócios

Obras do Centro de Saúde de Valença “em fase de conclusão”

A Câmara Municipal de Valença anunciou que as obras do Centro de Saúde do município estão em fase de conclusão, considerando-o um dos investimentos mais relevantes na qualificação dos cuidados de saúde primários no concelho. Com um investimento global de cerca de 3,5 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a intervenção contempla a reabilitação do edifício existente e a construção de novas instalações para melhorar o acesso aos cuidados de saúde primários na região.

Rádio Alto Minho31/08/26, 12:19
Negócios

O acordo petrolífero entre os EUA e a Venezuela não reduzirá os preços do gás. Aqui está o que você precisa saber

A administração Trump anunciou um acordo com o governo venezuelano para desenvolver grandes reservas de petróleo da Venezuela, mas especialistas alertam que isso não deverá reduzir significativamente os preços da gasolina nos EUA. O acordo visa aumentar a produção petrolífera venezuelana, porém fatores como restrições de infraestrutura, sanções ainda em vigor e o tempo necessário para que nova produção entre no mercado limitam o impacto nos preços imediatos. Analistas apontam que o petróleo venezolano é pesado e requer processamento intensivo, o que pode não atender à demanda do mercado americano por combustíveis leves.

Tuugo31/08/26, 12:19
Negócios

Regulador multa NOS em 350 mil euros por alteração unilateral de contratos dos clientes

A ANACOM multou a NOS em 350 mil euros por ter alterado unilateralmente as condições contratuais de mais de 820 mil clientes, uma prática que viola as regras de proteção dos consumidores no setor das telecomunicações.

SAPO Tek31/08/26, 12:13