A TAP encerrou o primeiro semestre do ano com um prejuízo de 99,2 milhões de euros, uma resultado negativo que a companhia aérea portuguesa atribui principalmente à pressão dos custos com combustíveis. Apesar do mau resultado operacional, a empresa conseguiu aumentar as suas receitas em 4,3% durante este período.
O número de passageiros transportados pela TAP atingiu um novo recorde de 8,2 milhões no primeiro semestre, demonstrando que a procura pelos serviços da companhia se manteve elevada. Contudo, o crescimento das receitas não foi suficiente para compensar o aumento significativo nos custos operacionais.
Os custos com combustível aumentaram 18,7%, representando um dos principais fatores para o resultado negativo da transportadora área portuguesa. Este aumento substancial nos preços do combustível afetou de forma significativa a rentabilidade da empresa durante o período em análise.
No que diz respeito à estrutura accionista da TAP, verifica-se uma disputa entre dois grandes grupos aéreos europeus pela participação de 44,9% da companhia. A Air France-KLM e a Lufthansa estão em competição para adquirir esta fatia da empresa portuguesa, num processo que pode vir a alterar significativamente a configuração accionista da TAP.



