A Comissão Europeia anunciou que "respeita" a decisão tomada pelos islandeses, demonstrando uma posição de reconhecimento da vontade popular expressa através de referendo ou processo democrático no país nórdico.
Bruxelas manifestou a intenção de reforçar a parceria "próxima" com a Islândia, indicando a continuidade e o aprofundamento das relações entre as duas partes.
O Presidente da Comissão Europeia sublinhou que existe uma relação "confiável" entre a União Europeia e a Islândia, caracterizando o vínculo bilateral como sólido e baseado em confiança mútua.




