A prestação da casa vai registar em setembro o maior aumento dos últimos três anos, com agravamentos que podem variar entre 23 e 70 euros, dependendo da Euribor associada ao contrato de crédito à habitação. Esta subida será a mais acentuada desde o final de 2023.
A subida das taxas Euribor em agosto, num contexto de guerra entre os Estados Unidos e o Irão e de nova pressão sobre os preços do petróleo, deverá refletir-se diretamente nos empréstimos que forem revistos em setembro.
O Banco Central Europeu admitiu o risco de perda de controlo da inflação, o que agrava as perspetivas para os mutuários com crédito à habitação indexado às taxas Euribor.
A informação foi avançada pelo ECO, que realizou simulações para um empréstimo de referência, demonstrando o impacto significativo desta atualização nas finanças familiares dos portugueses.




