Uma aldeia com apenas 465 habitantes está a fazer um apelo para atrair novas famílias. A comunidade precisa de pessoas, seja para trabalhar, seja para dinamizar a região.
O município oferece terrenos disponíveis e apoios para quem queira abrir negócios. Há oportunidades de emprego e condições para quem pretender fixar-se na localidade.
Apesar da sua dimensão reduzida, a aldeia dispõe de serviços considerados essenciais para receber novos residentes. Estes serviços incluem o básico necessário para acolher famílias.
O caso ilustra o fenómeno de desertificação que afeta muitas aldeias no interior do país, onde a falta de população leva à perda de serviços e ao envelhecimento progressivo da comunidade.



