O artigo aborda o tema "Volta, volta atrás", sugerindo uma discussão sobre um instrumento que foi objeto de reconsideration ou retorno.
O texto afirma que o instrumento em questão funciona corretamente, e que a sua eficácia nunca esteve em causa.
O verdadeiro problema, segundo o artigo, não reside no instrumento em si, mas sim na confusão entre a sua eficácia teórica e a qualidade da sua implementação prática em Portugal.
O artigo parece ser uma reflexão crítica sobre a diferença entre um instrumento ser eficaz em si mesmo e ser bem implementado no contexto português.




