A terapia com células T CAR-T, considerada o "quinto pilar" do tratamento do câncer, poderá ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode democratizar o acesso a esse tratamento no Brasil. Há quase uma década, as primeiras terapias com células CAR-T mudaram completamente o prognóstico de pacientes com certos tipos de leucemia e linfoma que não respondiam mais a nenhum tratamento.
Antes do CAR-T, pacientes com linfoma difuso de grandes células B refratário tinham, segundo o maior levantamento internacional já feito sobre o tema, uma taxa de resposta global de apenas 26%, com 7% de remissão completa e sobrevida mediana de seis meses. Até então, esses casos eram considerados sem saída.
Após a chegada da terapia CAR-T, esse cenário se inverteu completamente, com resultados significativamente melhores para os pacientes. A terapia representa uma mudança de paradigma no tratamento oncológico.
O artigo também menciona brevemente que o ministro da Saúde, Padilha, está tentando contato com os Estados Unidos individualmente em relação ao caso de Lito Sousa, e que Pirula publicou um vídeo em apoio a Lito Souza, que agradeceu chamando-o de "inspiração".
