Vasco Botelho, treinador do Moreirense, considerou que a derrota em Arouca foi o pior desempenho da equipa desde que assumiu o comando técnico do emblema de Moreira de Cónegos. O técnico admitiu que a equipa esteve desorganizada e desconcentrada, características que não são habituais, explicando que começou por ser competitiva mas foi perdendo essa qualidade à medida que acumulava erros.
Para o jogo frente ao Casa Pia, Botelho orientou o discurso para dentro da equipa, pedindo que mostrem o seu verdadeiro valor e que elevem ao máximo os índices competitivos. O treinador confessou o peso emocional da derrota e considerou a pausa competitiva uma vantagem, permitindo treinar sem a pressão de jogos a meio da semana.
Relativamente ao mercado de transferências, Botelho afirmou que o objetivo é terminar a janela de transferências mais fortes do que quando abriu. Reconheceu que o Moreirense tem características de clube vendedor e que há jogadores do plantel a despertar interesse externo, admitindo mesmo existir um défice no ataque. O novo reforço Tiago Andrade já está disponível e Botelho espera que seja um valor extra para a equipa a curto prazo.
O clube planeia ainda criar uma academia própria para formar jovens jogadores em casa, algo que Botelho considera importante dado o investimento em jogadores jovens de qualidade que já têm disponíveis.
Para o técnico, o encontro na Arouca foi, até ao momento, o pior desde que assumiu o comando técnico do emblema de Moreira de Cónegos. “Estivemos desorganizados e desconcentrados, coisas que não somos habitualmente”, admitiu, explicando que a equipa começou por ser competitiva mas foi perdendo essa característica à medida que acumulava erros. Por isso, o discurso de antevisão ao Casa Pia foi virado para dentro. “Agora, mais do que olhar para o Casa Pia, temos de olhar para nós e mostrar aquilo que somos”, disse Botelho, referindo o nível mostrado ao longo da pré-época e, em particular, em alguns momentos do jogo com o SC Braga.
Botelho pediu ainda à equipa que consiga “elevar ao máximo os índices competitivos e dar uma resposta” à altura do seu real valor. O treinador não escondeu o peso emocional da derrota, confessando que a vontade imediata seria “jogar novamente os 90 minutos para mudar a imagem”. Ainda assim, olha para a pausa competitiva como uma vantagem, já que permitiu à equipa treinar sem a pressão de um jogo a meio da semana. “É nestes momentos que temos de crescer”, resumiu. Questionado sobre o mercado de transferências, o treinador foi direto quanto ao objetivo do clube para o que resta da janela: “estejamos mais fortes do que quando abriu”. Reconheceu que o Moreirense tem características de clube vendedor e que há jogadores do plantel a despertar interesse de fora, admitindo mesmo existir um “défice para colmatar” no ataque. Ainda assim, fez questão de sublinhar que o foco imediato está no Casa Pia e em dar alegrias aos adeptos.
Sobre o mais recente reforço, Tiago Andrade, Botelho garantiu que o jogador já está disponível. “O Tiago está apto, vem preparado para as nossas ideias”, disse, acrescentando que o atleta “pode jogar por dentro e por fora, tem qualidade e objetivos” e que espera que possa ser “um valor extra para a equipa” já a curto prazo. O treinador deixou também uma palavra sobre a estratégia de longo prazo do clube, que passa pela criação de uma academia própria, capaz de formar em casa os jovens jogadores que, muitas vezes, não encontram espaço nos emblemas maiores. Segundo Botelho, o Moreirense tem à disposição “muita gente jovem de qualidade” que pode beneficiar desse investimento na formação.
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