A Gronelândia anunciou a intenção de criar uma comissão de reconciliação, na sequência da publicação de um relatório de especialistas sobre a campanha de contraceção forçada que foi promovida pela Dinamarca no território.
O relatório, elaborado por especialistas, analisou as políticas de controlo de natalidade implementadas pela Dinamarca na Gronelândia, mas não chegou a uma conclusão sobre se essas medidas podiam ser qualificadas como genocídio.
As conclusões do estudo foram apresentadas recentemente, tendo gerado reacções no território groenlandês, que considerou necessário avançar com um processo de reconciliação face ao seu passado.
A criação da comissão surge como resposta às revelações sobre as práticas de contraceção forçada, num esforço para abordar as consequências históricas dessas políticas no território autónomo dinamarquês.




