Mais de 150 mil crianças até aos 12 anos continuam sem médico de família atribuído em Portugal. Esta situação afeta um número significativo de jovens utentes que não têm acompanhamento médico regular através de um médico de família.
Os dados são fornecidos pela Administração Central do Sistema de Saúde, que traça a evolução do número de utentes com médico de família entre os meses de Julho e Agosto. Estes números permitem acompanhar a evolução desta problemática ao longo do tempo.
Entre a população idosa, quase 250 mil pessoas com 65 ou mais anos também não dispõem de médico de família atribuído. Esta faixa etária é particularmente vulnerável e necessita frequentemente de acompanhamento médico mais regular.
A situação reflete uma lacuna significativa no acesso aos cuidados de saúde primários em Portugal, afectando tanto populações jovens como idosas, que são grupos particularmente dependentes do sistema de saúde.




