Por que você às vezes tem a sensação de que alguém está te observando? A ciência por trás desse fenômeno
oglobo29 de agosto de 2026 às 07:00
O artigo explica a ciência por trás da sensação de estar sendo observado, fenômeno conhecido como escopoestesia. O psicólogo Edward Titchener estudou essa sensação em 1898, relacionando-a à preocupação com o que está fora do campo de visão. Uma das explicações é que o cérebro consegue processar sinais ambientais de forma inconsciente, como movimentos, mudanças de posição ou sons de alguém se aproximando, desencadeando a sensação de estar sendo observado.
Uma empresária e uma científica uniram-se para desenvolver balões biodegradáveis, enfrentando o problema ambiental causado por estes artigos de celebração. Embora sejam símbolos de alegria, os balões tradicionais transformam-se em resíduos tóxicos quando descartados na natureza, libertando substâncias químicas perigosas e representando uma ameaça fatal para a fauna, incluindo aves, mamíferos e animais marinhos que facilmente os ingerem.
Uma pesquisa inédita revela que 54,1% dos fumantes e ex-fumantes brasileiros tentaram abandonar o cigarro no último ano, porém apenas 13,4% tiveram acesso a algum tratamento para parar de fumar. O estudo, produzido pela Umane e pela Vital Strategies com apoio do Instituto Devive, mostra que os ex-fumantes já representam 18,3% da população adulta brasileira, superando os fumantes atuais (11,3%), enquanto 70% declarou nunca ter fumado. Os dados foram divulgados no Dia Nacional de Combate ao Fumo.
As baleias-jubarte voltaram a dominar o litoral brasileiro após décadas à beira da extinção. No arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia, funciona o maior santuário de reprodução da espécie no Atlântico Sul, onde a população passou de quase extinta há quatro décadas para cerca de 35 mil indivíduos. Entre junho e novembro, fêmeas dão à luz e amamentam filhotes nas águas quentes da região, enquanto machos disputam fêmeas para acasalamento. A recuperação da espécie é resultado da proibição da caça comercial, da proteção das áreas de reprodução e de décadas de pesquisas científicas sobre o comportamento e os deslocamentos das baleias.
Um novo medicamento para o cancro do pâncreas foi aprovado nos Estados Unidos, com a Europa a preparar-se para seguir o mesmo caminho. O tratamento custa cerca de 34 mil euros por mês e demonstrou duplicar a taxa de sobrevivência dos doentes, representando um avanço significativo no tratamento desta doença frequentemente fatal.