Ambiente digital enfim desperta para a proteção a menores
oglobo29 de agosto de 2026 às 04:05
O artigo aborda a ausência de regulação das plataformas digitais no Brasil, mencionando que o Congresso Nacional não aprovou legislação sobre o tema e que o STF julgou parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet por não oferecer proteção suficiente. A Corte impôs às big techs o dever de combater práticas como terrorismo, discurso de ódio e crimes de gênero. No entanto, o texto destaca que, no que se refere especificamente a crianças e adolescentes, o ambiente digital já não é mais território livre, sugerindo que há avanços na proteção dos menores online.
O Supremo Tribunal Federal (STF) tem adotado medidas tímidas para disciplinar os supersalários do funcionalismo público, especialmente no Judiciário e no Ministério Público, em resposta à pressão da sociedade. No entanto, a própria Corte criou uma gratificação que funcionará como "penduricalho" para seus servidores, contradizendo suas próprias diretrizes sobre o tema, o que tem causado estranheza entre analistas e operadores do direito.
O governo do Distrito Federal tem pressionado pela liberação de um empréstimo ao Banco de Brasília (BRB) para cobrir um rombo de R$ 12,2 bilhões causado pelo envolvimento do banco nas fraudes do Banco Master. O negócio entre BRB e Master foi barrado, a Polícia Federal investigou o caso, o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central, e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foi preso, mas o problema financeiro permanece sem solução.
A matéria aborda a sabatina do presidente Lula na TV Globo, onde corrupção foi o primeiro tema levantado, repetindo uma pergunta semelhante feita em 2022 pelo jornalista William Bonner ao então candidato. Na ocasião, Lula respondeu que deu liberdade às instituições para investigar casos como o petrolão, garantiu punição para os responsáveis e invocou o que considera ter sido uma injustiça sofrida na Operação Lava-Jato para defender o benefício da dúvida aos investigados.
O número de eleitores com 60 anos ou mais no Brasil cresceu 14% em relação às eleições de 2022, representando agora 23,5% do eleitorado total, com mais de 37 milhões de pessoas aptas a votar. Um advogado de 86 anos exemplifica esse contingente ao destacar que a principal demanda da terceira idade é o direito à moradia e ao amparo social público, cobrando investimentos em instituições de hospedagem, moradias assistidas e hotéis públicos para idosos. A disputa pelo voto dos idosos deve ser acirrada entre os dois candidatos que lideram as pesquisas eleitorais.