Ao longo do último mês, em um julgamento acompanhado com grande interesse que avalia uma alegação de insanidade, o advogado de Lindsay Clancy, Kevin Reddington, argumentou que sua cliente assassinou seus filhos em um estado de psicose pós-parto provocado pela negligência e pelos maus-tratos de seus profissionais de saúde responsáveis por seu acompanhamento. Essa posição encontrou apoio público, principalmente entre mulheres que se identificaram com Clancy, apesar da gravidade de sua doença e da natureza bárbara de sua reação.
A defesa sustenta que o tratamento psiquiátrico de Clancy foi tão descoordenado que os médicos a submeteram a uma "medicação excessiva e terrível", levando a alucinações auditivas. Centenas de pessoas se reuniram em frente ao tribunal de Plymouth, em Massachusetts, para uma manifestação em apoio a ela.
Clancy é uma ex-enfermeira da área de parto. O julgamento avalia se ela era capaz de distinguir o certo do errado no momento dos crimes, com base em sua alegação de insanidade.




