O regresso de Ederson ao Benfica é considerado um cenário cada vez mais irrealista. Apesar da perda de titularidade de Anatoliy Trubin e da falta de consenso em torno de Samuel Soares, o guarda-redes brasileiro não é visto como um alvo realista pela estrutura encarnada.
O principal obstáculo ao negócio está relacionado com o actual vínculo do guarda-redes de 33 anos com o Fenerbahçe. O internacional brasileiro tem contrato com o emblema turco até 2028 e aufere um salário considerado proibitivo para a realidade financeira do Benfica.
Para além da questão salarial, não existe margem para negociar uma eventual saída com o clube de Istambul. O Fenerbahçe não está disponível para facilitar a operação e, perante as condições exigidas, as águias não veem espaço para avançar por aquele que foi um dos grandes desejos dos adeptos benfiquistas para a baliza.
A situação ganha particular relevância depois de Trubin ter perdido a titularidade, o que criou incerteza na posição de guarda-redes do Benfica, tornando o tema do reforço para a baliza maispremente.




