O Plano de Recuperação e Resiliência foi executado a 100%, mas as obras excluídas e as que foram contratadas em excesso vão ter impacto nas contas públicas através do Orçamento do Estado. O Governo ainda não conseguiu determinar o valor exato da fatura final que terá de suportar.
O PRR, que tinha como objetivo financiar projetos de recuperação económica após a pandemia, alcançou a execução total dos fundos disponíveis. No entanto, surgiram complicações com obras que foram excluídas do plano e com contratos celebrados acima dos valores inicialmente previstos.
As consequências financeiras destas decisões vão recair sobre o Orçamento do Estado, o que significa que os contribuintes poderão ser chamados a cobrir os custos adicionais. Esta situação representa um desafio para as finanças públicas portuguesas.
As autoridades governamentais reconhecem que ainda não dispõem de informação suficiente para calcular o montante concreto que terá de ser suportado pelo Orçamento do Estado, mantendo-se incerteza sobre o impacto final nas contas públicas.



