Redes de criminalidade organizada dedicam-se ao roubo de relógios de luxo em Lisboa, operando em zonas nobres da cidade, como a Avenida da Liberdade. Os assaltantes entram no país especificamente para cometer estes crimes e desaparecem rapidamente após os ataques, dificultando o trabalho das autoridades.
Antes de agir, os membros destas redes estudam cuidadosamente os seus alvos, recolhendo informações detalhadas sobre potenciais vítimas e os seus hábitos. Quando necessário, os assaltantes não hesitam em recorrer ao uso de armas para garantir o sucesso dos roubos.
Um dos elementos identificados nestas redes foi um cidadão venezuelano que acabou condenado a 12 anos de prisão pelo seu envolvimento nestes crimes. O julgamento permitiu revelar parte do funcionamento destas organizações que operam internacionalmente.
As autoridades enfrentam desafios significativos no combate a estas redes transnacionais, que exploram as zonas mais abastadas da capital portuguesa para praticar estes crimes de elevado valor.




